quarta-feira

Pai da pequena Naielly Gisélia Gonçalves Nunes, DESABAFA a respeito de morte de sua filha no hospital da HAPVIDA.


Meu nome é Jefferson Fonseca Nunes, durante 2 anos e 3 meses fui Pai da pequena Naielly Gisélia Gonçalves Nunes, um bebê saudável, que nunca havia sido internada em um hospital.
Hoje dia 08/05 faz 28 dias que minha filha veio a óbito por negligência médica.


Desde o dia 02/03 eu e a minha esposa Stephany Gonçalves ia com frequência a urgência do hospital da Hapvida de João Pessoa com a minha filha tossindo muito e os médicos sempre diagnosticaram como alergia, a minha filha parou de comer, vomitava e chorava muito e eles continuavam dizendo que era alergia, nós pedimos para que eles fizessem exames e eles diziam que não havia necessidade e não iria expor a nossa filha a radiação por fazer mal, que era apenas alergia, ela começou a apresentar febre muito alta e eles disseram que era virose, passaram remédio e mais uma vez nos mandaram para casa, 4 dias depois dei entrada no hospital novamente e minha filha estava desmaiando nos meus braços, não conseguia respirar e eles colocaram a minha filha na observação, ela fez exames e diagnosticaram que ela estava com um grau muito avançado de pneumonia o pulmão esquerdo dela já estava todo comprometido e havia gerado uma infecção no sangue a SEPSE, o hospital não podia passar antibióticos por demorar muito tempo e o nome da minha filha já não estava mais no sistema do hospital, tivemos que passar na recepção para dar entrada novamente como se a minha filha tivesse entrado naquele momento no Hospital eles ainda manterão minha filha mais de 24 horas na observação.

Quando finalmente foi internada não aparecia nenhum médico no quarto, a minha filha estava desmaiando o tempo todo, eu dizia a enfermeira e ela dizia que eu estava enganado que minha filha só estava cansada.

Depois de mais de 24 horas de internação ela foi para a UTI, teve várias paradas cardio respiratória, os rins pararam, ela fez 5 sessões de hemodiálise, fez cirurgias, e no dia 11/04 ela veio a óbito.
Por uma Pneumonia não diagnosticada por preguiça, incompetência médica de não passarem exames, por acharem que sabiam de tudo.

Agora eu estou sem a razão da minha vida.

Nós começamos a solicitar do hospital o histórico das vezes que a minha filha foi no hospital e eles não nos entregam, procuramos o ministério público para pedir que eles tomassem providência e o hospital só entregou metade da documentação, vai fazer um mês que estou sem minha filha e tudo que eu quero é justiça, mais tenho que esperar o histórico que comprova as entradas dela no hospital e o hospital Hapvida se nega a entregar.

Por favor, nos ajudem a fazer justiça pela minha filha, Compartilhe! HAPVIDA PLANO DE SAÚDE OU HAPMORTE?

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