sábado

Pastor evangélico tenta imitar Jesus e andar sobre as águas e morre afogado

Um pastor evangélico morreu afogado em uma praia de Libreville, no Gabão, após garantir aos seus fiéis que, assim como Jesus, era capaz de andar sobre as águas. De acordo com ele, bastaria ter fé para andar sobre as águas, em referência ao trecho do livro bíblico de Mateus, capítulo 14, versículos de 22 a 33, onde está o relato do feito de Jesus.
 
 
 
 
De acordo com o jornal local Daily Glasgow Record, o pastor Franck Kabele e seus seguidores se afastaram da praia em um barco e navegaram por 20 minutos. Ao entrar no mar, o pastor afundou e nunca mais voltou.
 
O evangélico tinha 35 anos e garantiu por diversas vezes que seria capaz de repetir o milagre bíblico. “Ele assegurava que havia tido um revelação e que era possível caminhar sobre a água como Jesus”. Verdade ou boato? Você acredita em milagres?
Fonte: Yahoo

Pastor é assassinado dentro de igreja evangélica em BH

Um pastor foi assassinado nesta sexta-feira, 10, dentro da igreja evangélica na qual pregava na região de Venda Nova, em Belo Horizonte.
 
 
 De acordo com a Polícia Militar (PM), ainda não está claro se Charles Vidal de Souza, de 34 anos, tentou reagir a um assalto ou se ele era o alvo dos assassinos.
 
Segundo relatos de testemunhas à PM, dois homens entraram na Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) no bairro Céu Azul na manhã de sexta e teriam encontrado o pastor no escritório do templo. Ainda de acordo com a PM, o local apresentava sinais de luta, mas não havia indício de que algum objeto tenha sido roubado.
 
Souza foi baleado na cabeça e chegou a ser levado para o Hospital Risoleta Neves, mas não resistiu. Os suspeitos teriam fugido em um Gol preto que estava na porta da igreja e, segundo a polícia, pertenceria à vítima. Até o fim da tarde os criminosos não haviam sido presos ou identificados.
 
Fonte: Yahoo

domingo

Desembargador humilha garçom, abusa de poder em Natal, e acaba "linchado" nas redes sociais

A arrogância de um magistrado e as redes sociais
 
 
Por Ricardo sousa
 
 
Bom dia, caro Luis Nassif. Sou leitor assíduo do seu blog e venho utilizar esse espaço para relatar um fato ocorrido em Natal (RN) no último domingo (29), que retrata com muita clareza o nível de afastamento que os juízes e desembargadores têm da realidade social e da boa convivência com a cidadania. Vamos ao fato. 
 
 
Domingo pela manhã, na ensolarada Natal, várias pessoas tomam café na padaria Mercatto, um dos mais bonitos e  aconchegantes espaços para uma boa refeicão matinal na minha cidade. Pessoas das mais variadas atividades se encontram no local. Nesse domingo, especialmente, a casa astava lotada, pois estamos em final de ano e vivemos uma época de reencontro e confraternização familiar. 
 
 
Em uma das mesas encontra-se o desembargador Dilermano Mota, futuro presidente do TRE (Tribunal regional Eleitoral), juntamente com sua família e amigos. O filho do magistrado pede água, e o mesmo, gelo. O garçom, que procurava atender da melhor forma as várias mesas ocupadas, tenta cumprir sua missão. No entanto, a autoridade reclama que queria a água em copo de vidro e que ele não tinha trazido o gelo. O funcionário se afasta para refazer, ou melhor contornar o problema, e é seguido pelo desembargador, que, aos gritos, humilha o rapaz, exige que o mesmo olhe em seus olhos, afirma que é uma autoridade e que pode prendê-lo. E, na frente de todos, dá um show de autoritarismo, falta de educação, falta de respeito ao próximo e outros requisitos que são indispensáveis a um cidadão e  fundamentais a um membro da Justiça. 
 
 
Um cidadão que se encontrava à mesa vizinha se revolta com o fato, e imediatamente, intervém e protesta aos gritos, afirmando que não aceitaria esse tipo de humilhação a que estava sendo submetido o garçom. Nesse momento várias pessoas já filmavam o ocorrido e a situação ficava cada vez mais séria.
 
 
O magistrado disse que iria prender o cliente, e chamou a polícia. Em pouco tempo, caro Nassif, quatro viaturas, isso mesmo quatro viaturas, vieram cumprir a missão. O desembargador, aos gritos, exigia ao oficial que prendesse o cidadão. No entanto, os clientes se rebelaram e, em coro, disseram que quem deveria ser preso era o senhor juiz, ao ponto de uma senhora abraçar o cidadão e afirmar ao policial: "se for prendê-lo, vai me prender também".

A cena de autoritarismo ocorrria agora do lado de fora, onde o desembagador afirmava ao tenente que tinha sido desacatado ao mesmo tempo que o chamava de "cagão" por não cumprir sua ordem. Acuado, mas protegido por uma rede de cidadania, o cliente ficou dentro do estabelecimento e, com a ajuda de alguém, saiu do local.
 
 
Aí, começou o outro lado da história. As deploráveis cenas se alastraram nas redes sociais, a sociedade se soliridarizou com o senhor Alexandre Azevedo. Empresário de 44 anos, que só depois do ocorrido veio saber quem era a pessoa que tinha enfrentado. Recebeu apoio e emitiu uma nota, em que relata o fato.

O desembargador sentiu o golpe da velocidade da informação e tentou se explicar, minimizando o ocorrido com o funcionário e atribuindo o ocorrido a forte reação e destempero do cliente. A padaria emitiu um comunicado vaselinado, em que disse tudo para ficar em cima do muro e não se comprometer.
 
 
A comunidade natalense em peso apoia o garçom da Mercatto, que foi colocado de folga para descansar enquanto a poeira baixa.
 
 
Mais um triste episódio protagonizado pelos imperadores da Justiça, que se acham mais importantes do que todos. No entanto, a sociedade a cada dia se revolta com essas atitudes, e reage mostrando que já não suporta esses atos.