segunda-feira

Universitários Voluntários


A estudante de fisioterapia Betânia de Freitas de Souza teve a idéia em 2000. Juliana de Lavor Lopes,estudante de relações empresariais, gostou.  E o que era uma iniciativa de duas jovens universitárias, responsável por um projeto numa instituição social de Volta Redonda (RJ), é hoje a ONG Universitário Voluntário - Instituto de Desenvolvimento, Estudos e Integração de Ações Sociais,que responde por mais de uma dezena de projetos sociais e está presente em toda a região Sul Fluminense. Nesta entrevista ao Portal do Voluntário, Betânia, presidente do instituto, e Juliana, vice-presidente, contam como a Universitário Voluntário conseguiu cadastrar de 2500 universitários voluntários, que trabalham em equipes multidisciplinares.
Portal do Voluntário - Quando foi criado o Programa Universitário Voluntário? A iniciativa partiu dos estudantes ou das escolas superiores e universidades?
Betânia de Freitas de Souza e Juliana de Lavor Lopes - O Programa foi idealizado em 2000, mas só começamos a atuar em 2001. Já no primeiro ano nos impressionamos com a quantidade de universitários inscritos.
A idéia de promover o voluntariado entre universitários surgiu da observação de que vários universitários queriam ajudar as instituições sociais da região, mas não sabiam como e nem o que podiam oferecer. Muitas vezes as próprias instituições não sabiam como o universitário podia ajudar, afinal ele não era um profissional que podia fazer atendimentos. Isso frustrava os jovens que gostariam de doar parte do seu tempo e da sua garra para melhorar a qualidade de vida do outro.
Quando iniciamos o Programa, iniciamos dentro de uma ONG da região, a Casa da Criança e do Adolescente. Os universitários entravam no Programa, eram capacitados e passavam a atuar dentro dos Programas e Projetos desenvolvidos por esta ONG. Tudo foi idealizado por universitários e depois de algum tempo atuando é que surgiram as parcerias com algumas instituições de ensino da região.
Portal do Voluntário - No que vocês acreditam?
Betânia de Freitas de Souza e Juliana de Lavor Lopes - Acreditamos que a solidariedade é capaz de transformar muitas vidas, inclusive a nossa. Temos a consciência da importância de nossa participação na transformação de uma nova sociedade. E fazemos parte de um batalhão de seres que lutam pela preservação da vida, cidadania e garantia de direitos.
Nós não somos assistencialistas, mas lutamos para que crianças, adolescentes, gestantes e toda família recebam assistência digna e que todos os direitos possam ser garantidos.
Não fazemos passeatas, não levantamos bandeira em praça pública. Nós atuamos nas comunidades, acreditamos na prevenção e no trabalho de informação.
É bem verdade que entramos no Programa para ajudar, porque todos nós tínhamos um sentimento em comum, de solidariedade, de necessidade de fazer algo para melhorar a vida do outro, seja no atendimento na comunidade ou na administração do Programa.
Mas com o passar do tempo nós percebemos uma coisa muito interessante. Nós, os universitários, fomos e somos os maiores beneficiados com nossas ações. São vivências diferentes, valores reformulados e estar no Programa hoje é fazer a vida valer a pena, é sentir que estamos plantando uma semente que depende de cada um para poder germinar, desenvolver e gerar bons frutos.
Portal do Voluntário - Esta experiência é importante também para a formação acadêmica, para a formação do futuro profissional?
Betânia de Freitas de Souza e Juliana de Lavor Lopes - Esse trabalho contribui para nossa formação acadêmica, mas é muito mais importante o quanto contribui para nossa formação humana.
Somos agentes de transformação e temos a missão de capacitar multiplicadores. Hoje no Brasil apenas uma pequena parte da população, menos de 1% dos jovens brasileiros, conseguem chegar a uma Universidade. Isso significa que a educação em nosso país ainda não é prioridade. Nosso trabalho tem também o objetivo de incentivar e motivar a juventude brasileira.
Sabemos que um bom profissional não é feito apenas de boas notas e bom currículo, mas também de consciência e cidadania. Por esse motivo, a qualidade do ensino depende de algo mais, depende de ações solidárias, contato direto com vidas, com pessoas de diferentes raças e classes sociais.
Hoje dedicamos parte do nosso tempo a esse trabalho. Acordamos cedo, subimos o morro, colocamos o pé na lama, ajudamos a resolver problemas, redigir texto, atender uma criança, pôr uma carta no correio. Poderíamos estar sentados na frente da tv, dormindo ou sem compromisso, mas certamente não estaríamos neste momento sentados e reunidos, pensando e tentando traduzir neste pequeno texto, o quanto é bom ser parte deste trabalho.
Às vezes nem nos damos conta de como um trabalho pode fazer diferença em nossos dias e em nossas vidas. Só nos damos conta e paramos para pensar quando percebemos o efeito que ele pode causar na vida das outras pessoas.
Portal do Voluntário - No ano passado, o programa passou a ser a ONG Universitário Voluntário – IDEIAS (Instituto de Desenvolvimento, Estudos e Integração de Ações Sociais). Um programa localizado em Volta Redonda passou a atuar regionalmente, no Sul Fluminense.
Betânia de Freitas de Souza e Juliana de Lavor Lopes - Essa mudança deu para a gente um campo maior de atuação. Estávamos enfrentando um problema sério e ainda estamos enfrentando: temos muitos universitários cadastrados mas não temos tantas vagas. Quando o Programa atuava na Casa da Criança e do Adolescente a atuação estava limitada à criança e ao adolescente. No entanto, os universitários tinham vontade de atuar junto a idosos, deficientes físicos e qualquer um que precisasse de uma mão amiga.
Essa transformação trouxe para nós a criação de programas sociais desenvolvidos por nós mesmos junto à comunidade e a parceria com diversas instituições sociais da região sul-fluminense.
Portal do Voluntário - Para vocês, o que é ser voluntário? Qual o papel do voluntariado na vida dos estudantes? E nas atividades da universidade?
Betânia de Freitas de Souza e Juliana de Lavor Lopes - Ser voluntário, antes de tudo, é saber que a sua atuação é responsável por alguma mudança na vida de algumas pessoas e, principalmente, saber que somos peças chaves na transformação social deste nosso país. Na construção de um mundo mais justo, onde todos tenham o direito de ser cidadãos plenos.
O voluntariado contribui para a formação humana, e não somente acadêmica, do universitários, pois ele aprende a lidar com diferentes realidades sócio-econômicas e aprende também que escutar ainda é a melhor forma para entender e ajudar o outro.
Portal do Voluntário - O Universitário Voluntário – IDEIAS é responsável hoje por projetos em diversas áreas. Fale um pouco sobre estas iniciativas.
Betânia de Freitas de Souza e Juliana de Lavor Lopes - Desenvolvemos diversos Projetos, pois os universitários atuam de forma multidisciplinar. Os universitários de agronomia atuam em conjunto com os de fisioterapia, enfermagem, engenharia e administração para que cada Projeto preencha a necessidade de cada comunidade que precisa de nossa ajuda.
Dentre os nossos Projetos podemos destacar:
SOLIDARIEDADE SEM FRONTEIRAS
Desenvolver atividades contínuas de prevenção, educação e desenvolvimento comunitário, priorizando o atendimento e a melhoria da qualidade de vida de comunidades de difícil acesso, sempre focando a necessidade e a realidade de cada comunidade.
EDUCART (Educando através da Arte)
Desenvolver atividades que priorizem a utilização de recursos artísticos no processo de educação, dinamizando o aprendizado e estreitando o vínculo entre o educador e o educando. Objetiva a reintegração social, o resgate da auto-estima e o desenvolvimento individual e coletivo.
PAHI (Projeto de Acompanhamento Hospitalar Integral)
Minimizar a angústia, o stress da criança hospitalizada, assim como o da família. Promover atividades que priorizem a informação e prevenção, abordando temas de importância ao desenvolvimento individual e comunitário.
CUIDARE AD AETERNUM
Desenvolver ações de prevenção e orientação sobre preservação ambiental, consumo responsável e desenvolvimento sustentável. Trabalha os valores, a responsabilidade e a ação de transformação ambiental de cada indivíduo dentro da sociedade.
PRÓ-SAÚDE (Prevenção à Reinternação através de Orientações de SAÚDE)
Desenvolver ações de prevenção e/ou intervenção que contribuam com a redução dos índices de reinternação, por meio do acompanhamento multidisciplinar, cuidado humanizado no ambiente hospitalar e/ou domiciliar, contribuindo na reabilitação, saúde e qualidade de vida.
Portal do Voluntário - Como é o processo de sensibilização, mobilização e engajamento dos universitários? O que é oferecido aos estudantes? Acontece de haver mais estudantes querendo ser voluntários do que as oportunidades que vocês conseguem disponibilizar?
Betânia de Freitas de Souza e Juliana de Lavor Lopes - Esse realmente é um dos nossos maiores problemas. Temos mais universitários do que local e formas para atuação destes. Sabemos de várias comunidades que precisam de apoio, mas não temos condições e recursos para atuar em todas elas ainda.
Quando começamos o Universitário Voluntário, era o boca a boca que valia muito. Os universitários ficavam sabendo por outros e nos procuravam. Atualmente, fazemos uma apresentação do Universitário Voluntário dentro das universidades no início de suas atividades, mas ainda temos o boca a boca como maior divulgação, pois o universitário que começa a atuar fica tão empolgado que passa essa empolgação para os outros.
Depois que o universitário se cadastra, ele passa por uma capacitação que envolve diversos temas, uns gerais e outros específicos para a atuação em cada Projeto ou instituição social. O universitário recebe um certificado após um ano de atuação, desde que sua avaliação tenha sido boa, ou seja, que tenha realmente se engajado no Projeto ou instituição e que tenha participado da capacitação.
Portal do Voluntário - Que tipo de atenção é dado ao estudante que procura o programa e não consegue ser voluntário por falta de oportunidade nos projetos de vocês?
Betânia de Freitas de Souza e Juliana de Lavor Lopes - Estamos tentando sempre aumentar o número de instituições parceiras bem como buscando recursos para desenvolver outros Projetos que temos elaborados. Enquanto não conseguimos oportunidade para o universitário, continuamos mantendo o contato com eles por telefone e contamos com o apoio de todos em campanhas que fazemos também para ajudar algumas instituições.
Portal do Voluntário - Vocês oferecem apoio também ao estudante que queira realizar uma ação voluntária idealizada por ele mesmo ou apoiar uma iniciativa fora dos projetos do Universitário Voluntário?
Betânia de Freitas de Souza e Juliana de Lavor Lopes - Vários universitários que participam de nossa instituição também desenvolvem outros projetos sociais. Eles contam sempre com o nosso apoio técnico quando precisam, estamos sempre veiculando informações que possam criar uma rede de transformação social ainda maior.
Nossa parceria com outras instituições sociais também permite um intercâmbio grande de experiência e conhecimento. Isso permite que de alguma forma possamos ajudar mais outras pessoas.
Portal do Voluntário - Em 2000, vocês contaram com perto de 300 universitários voluntários, em 2002 com quase 700. Quantos estudantes foram voluntários em 2003?
Betânia de Freitas de Souza e Juliana de Lavor Lopes - Temos mais de 2500 universitários cadastrados, temos também aqueles que já se formaram e agora atuam como profissionais voluntários. Nem todos eles atuam diretamente nos Projetos, mas estão sempre nos apoiando. Esse crescimento pode ser explicado pelo fato do trabalho voluntário trazer mais benefícios para os próprios voluntários, já que descobrimos que podemos fazer a diferença, que somos capazes de criar um mundo melhor. Quando os universitários descobrem que são capazes e que podem transformar vidas o sucesso é conseqüência.
Portal do Voluntário - Quantos prêmios vocês já receberam?
Betânia de Freitas de Souza e Juliana de Lavor Lopes - Recebemos, em 2003, o prêmio da FENEAD – Federação Nacional dos Estudantes de Administração - Ação Nacional de Estudantes Universitários para Soluções Sociais. Eleito entre os 10 melhores Projetos de Transformação Social do País.
Fomos eleitos também um dos 5 (cinco) melhores projetos de Humanização Pediátrica pelo Congresso Internacional de Pediatria 2002. Fomos finalistas no Itaú Unicef com o Projeto Brincalhona que desenvolvemos em parceria com a Casa da Criança e do Adolescente.
Portal do Voluntário - Como se dá a articulação entre o Universitário Voluntário e as organizações e comunidades apoiadas?
Betânia de Freitas de Souza e Juliana de Lavor Lopes - De diversas formas, as instituições sociais nos procuram quando descobrem o trabalho voluntário que é desenvolvido, mas nós também procuramos as instituições cada vez que temos universitários interessados em trabalhar com algo específico desenvolvido por alguma delas. Nas comunidades o contato é direto com os líderes comunitários.
Portal do Voluntário - O Universitário Voluntário se relaciona com as iniciativas e organizações de voluntariado de Volta Redonda e do Sul Fluminense?
Betânia de Freitas de Souza e Juliana de Lavor Lopes - Claro! E buscamos cada vez mais instituições parceiras pois acreditamos que é com essa rede que podemos transformar nosso país. Um de nossos parceiros mais atuais é a Cruz Vermelha – unidade de Volta Redonda, pois acreditamos que o trabalho do universitário pode ajudar ainda mais em casos urgentes.
Portal do Voluntário - Como o Universitário Voluntário se sustenta?
Betânia de Freitas de Souza e Juliana de Lavor Lopes - Essa pergunta tem sempre uma resposta difícil. Nos sustentamos principalmente com doações de pessoas físicas que acreditam em nosso trabalho. Estamos buscando a parceria das empresas da região e do país para podermos desenvolver ainda mais projetos e poder atuar de forma mais ampla. Temos vários Projetos mas que não podemos iniciar sem recursos. Gostaríamos realmente que essa questão de recursos financeiros não fosse um problema tão grande. Estamos sempre lutando para estarmos com todos os Projetos de pé.
Afinal, queremos levar este Projeto para diversos lugares pois sabemos da força do universitário para transformar e desenvolver nosso país.
Portal do Voluntário - Fale um pouco sobre a cidade de Volta Redonda e sobre a Região Sul Fluminense.
Betânia de Freitas de Souza e Juliana de Lavor Lopes - A região sul-fluminense não é muito diferente da realidade brasileira. Existem cidades com melhor infra-estrutura e outras com muito poucas condições de atendimento à sua população. A população de baixa renda sofre com a falta de informação, existem casos graves de desnutrição, altos índices de doenças sexualmente transmissíveis, dentre vários outros problemas. São cidades de médio e pequeno porte e que aos poucos recebem a influência das grandes metrópoles, sofrendo também com o tráfico e a violência urbana.
Portal do Voluntário - Quantas instituições de ensino superior existem no Sul Fluminense?
Betânia de Freitas de Souza e Juliana de Lavor Lopes - Existem mais de 10 Instituições de Ensino Superior na região, mas a grande maioria, em torno de 90%, é particular

CASC-PB

Philips te Ajuda a Ajudar

A Philips apóia e estimula seus funcionários para que participem de programas sociais em prol da melhoria das comunidades. Criado na Argentina, o projeto Philips te Ajuda a Ajudar canaliza recursos para instituições que contam com o trabalho voluntário dos funcionários. O Comitê de Sustentabilidade da empresa avalia todas as propostas apresentadas pelos voluntários e prioriza os projetos com mais sustentabilidade.
A Philips apóia e estimula seus funcionários para que participem de programas sociais em prol da melhoria das comunidades. Criado na Argentina, o projeto Philips te Ajuda a Ajudar canaliza recursos para instituições que contam com o trabalho voluntário dos funcionários. O Comitê de Sustentabilidade da empresa avalia todas as propostas apresentadas pelos voluntários e prioriza os projetos com mais sustentabilidade.
No Chile, a meta do projeto é sensibilizar os funcionários e incentivar o compromisso com o trabalho voluntário. Mais de 26 instituições já foram atendidas, a maioria com trabalhos voltados a crianças em situação de risco. Em 2005, foram realizadas festas de Natal em lares que abrigam menores portadores do vírus HIV, crianças que sofreram abuso sexual e deficientes físicos e mentais. Atualmente, o projeto chileno conta com 30 voluntários e beneficia cerca de 270 crianças.
A Philips México, até 2005, recebeu e patrocinou mais de 54 propostas de projetos de solidariedade.  Entre as ações já realizadas estão: a criação de uma microindústria para reciclagem e confecção de papel, a construção de um centro de reabilitação para enfermos metais, a criação de uma microindústria de grãos e o apoio a uma escola primária que já favoreceu mais de 300 crianças carentes.
Em 2006, foram destinados US$ 7 mil a uma organização cujo objetivo é apoiar pessoas da terceira idade, levando-se em conta a sustentabilidade do projeto e o impacto da ação. Somado a isso, devido à grande demanda detectada, foi escolhida uma segunda instituição, para a qual foram entregues donativos em espécie.
Todos os funcionários da Philips no México tiveram a oportunidade de indicar suas organizações. Foram recebidas 11 propostas. A ganhadora dos US$ 7 mil foi “Los 60 Ancianos que Producen”, organização de assistência privada que, desde 1968, se dedica a melhorar a qualidade de vida dos idosos, ajudando a reintegrá-los na sociedade, por meio de diferentes espaços. A segunda instituição contemplada pelo projeto foi a CRAEMAC, que atende pessoas com deficiências mentais.

CASC - PB

Programa de Voluntariado

Cada vez mais, grandes corporações assumem e exercem uma responsabilidade maior perante a sociedade. Em contrapartida, a sociedade dá valor e preferência a produtos e serviços de empresas responsáveis socialmente e que contribuem para a melhoria da qualidade de vida dos funcionários e das comunidades onde atua.
As empresas precisam estimular seus colaboradores a se envolverem voluntariamente em ações sociais e contribuir para a diminuição do impacto das desigualdades sociais. Com o objetivo de oferecer ao público interno a possibilidade de exercer sua cidadania por meio do trabalho voluntário estruturado, desde 2001, a Philips desenvolve o Programa de Voluntariado Corporativo.
Por sua competência tecnológica, capacidade criadora, recursos e liderança, a Philips almeja ser um agente de melhoria social e de mobilização das pessoas. Com ações específicas nas comunidades-alvo de seus projetos, a empresa estabeleceu como focos de atuação as áreas de saúde e educação. O engajamento nesses projetos de voluntariado busca reforçar a criação de um ambiente de trabalho em equipe, o aprendizado contínuo, e a importância da inclusão como facilitadora do desenvolvimento e do bem-estar coletivo.
Anualmente, a Philips faz uma grande campanha interna para divulgar o Programa de Voluntariado e receber novos integrantes para seus projetos. Os novos inscritos são capacitados por instituições parceiras para desenvolver plenamente o trabalho voluntário, inclusive no horário de expediente.
Aos voluntários veteranos, são oferecidas atividades de aperfeiçoamento e reciclagem de conhecimentos.
Uma pesquisa realizada em 2006 colocou o voluntariado da Philips entre os 10 melhores do Brasil, com base na análise dos casos selecionados para a publicação O Perfil do Voluntariado Empresarial no Brasil. Lançado pelo Instituto Rio Voluntário, o estudo tem como objetivo se tornar um instrumento de parâmetro e referência para a criação ou aperfeiçoamento de programas de voluntariado empresarial no País, assim como conhecer as tendências da atividade social e voluntária dentro do ambiente empresarial.
No México, o voluntariado fez visitas à comunidade Mazahua, como parte do apoio ao programa contra a violência familiar, e à Escuela Mano Amiga, que integra a aliança com a Fundación Altius. Os voluntários do México, Argentina e Chile também atuam como voluntários educadores do projeto EIC (Escolas de Informática e Cidadania), do CDI. No Chile, funcionários voluntários atuaram, também, no projeto de educação ambiental da Ilha de Páscoa. (link projeto Ilha de pácoa que será criado)
Na América Latina, cerca de 12% dos funcionários participam do programa de voluntariado.

CASC-PB

Fé e Cidadania

Na sociedade (ainda) insustentável, os direitos são o nome e a prática da sustentação. Lutou-se durante 60 anos para garantir – e sustentar – os direitos arduamente instituídos e, na sociedade ecologicamente ameaçada, vê-se que os direitos são o centro potencial da sustentabilidade.
A sociedade não está somente insustentável nas páginas dos livros dos cientistas. Está visível ao cidadão comum depois de uma hora de chuva nas cidades grandes e médias. Também no processo de garantir educação de qualidade para todas as pessoas. Do mesmo modo, na materialização lenta da justiça. É como se todo o arcabouço do mishpath (que no hebraico se aproxima da organização do sistema jurídico) estivesse bem colocado, mas não bem distribuído, nem equilibrado, como se depreende da ideia de tsedakah. A terra e os mares, que na tradição judaico-cristã sempre anunciaram a glória da criação e do Criador – chegam hoje próximos da saturação bioquímica, passados 300 anos da revolução industrial.
Nesse ponto dá-se a mutação. Os direitos de cada pessoa e dos grupos sociais a que pertencem serão a garantia do novo sustento da vida, a possibilidade do equilíbrio justo. Tomara que neste mês, em Copenhagen, a conferência internacional sobre o estado da Terra reconheça nos direitos dos indivíduos e dos grupos sociais o fulcro da nova sustentabilidade. Aliás, o ponto de partida para essa mutação de consciência foi dada na ciência e na profecia contemporâneas. Os estudos de biologia, física, química e antropologia, bem como as nanologias, indicaram uma ampla comunicação entre os modos básicos de organização da vida e os modos sociais, as relações inter-culturais e os atos educativos. Processos sociais que degeneram pontos do sistema geral da vida influenciam e impactam noutros pontos e assim sucessivamente. De seu lado, há algumas décadas, a atitude dos ambientalistas desafiou governos, lideranças e populações sobre fenômenos que raras pessoas percebiam e sentiam. Isto foi e é profecia. Os fiozinhos de água que não foram considerados ou garantidos desde as revoluções produtivas iniciadas no século XVIII, a ignorância sobre a alimentação saudável, bem como o descuido para com a educação e a cultura dos pobres da Terra são processos similares, que se ligam, interagem e determinam grandes prejuízos ao ciclo de vida do presente, contaminando as amplas redes de matéria e pensamento. Com razão disse o evangelho de João, que “quem é da terra, fala da terra...”. Tudo diz da vida, inclusive seus perigos.
Convidado pelo Núcleo de Educação em Direitos Humanos, da Metodista, o Ministro Paulo Vanuchi afirmou, em palestra proferida no dia 16 de novembro, que a atualidade viva dos direitos depende do debate social amplo e do contínuo trabalho educativo. Paulo Freire também entendia que a construção da autonomia daqueles e daquelas que aprendem implica atos contínuos de transparência, diálogo social, pesquisa, abertura de todos os temas, sem censura e criação de competência para o julgamento e a tomada de decisões. Nesse sentido, a ninguém pode ser negado o direito de conhecer os riscos presentes, a perspectiva de quanto teremos de mudar a favor da vida de todos/todas e como teremos de ensinar e aprender para a realização da vida digna e continuamente dignificada. Aliás, esse direito transversaliza as várias expressões dos artigos que conhecemos como Declaração Universal dos Direitos Humanos. De um modo muito agudo, fé e compromisso se renovam e produzem sinais. Cabe-nos acompanhar essas novas estrelas, que nada têm a ver com espetáculos e tudo a ver com o direito de ser, na vida e no mundo

CASC-PB

Ações Sociais, realizadas por voluntários, crescem no Brasil

Em 2001, o Brasil foi considerado, pela Organização das Nações Unidas (ONU), o País que mais progrediu no voluntariado. Segundo a Organização em 2002, cerca de 42 milhões de pessoas participavam de alguma atividade com cunho social.
Projetos eficazes dentro da Universidade e do Colégio Metodista são exemplos de ações de solidariedade, como o Projeto Vida (que promove a inclusão social de portadores de necessidades especiais por meio do esporte), o Dançando a Vida (que oferece aulas de dança para a comunidade local e para pessoas com deficiência física-motora), o Projeto Piauí (uma equipe multidisciplinar oferece atendimento na área de saúde e educação a população de comunidades do sertão do Piauí) e a Ação Comunitária em Quilombos.
O corpo docente e discente da Universidade Metodista de São Paulo contribui de forma significativa nas questões sociais. “Participar de uma ação social fazem com que lembremos que somos mais do que simples estudiosos, somos responsáveis pela vida. Convivendo com o outro, recebemos informações e sensações que tiram o conforto individual e nos fazem compreender a importância de nossas ações responsáveis”, analisa a Assistente de Coordenação do Núcleo de Formação Cidadã da Universidade e voluntária da Ação Comunitária em Quilombos, Lucilia Laura Lopes.
No mês passado, 42 pessoas entre alunos e professores das Faculdades de Biomedicina, Odontologia, Fisioterapia, Faculdade de Educação e Letras, Veterinária, Psicologia e o Núcleo de Artes viajaram para o Quilombo de Ivaporunduva (em Eldorado), com o propósito de conhecer as necessidades do local, resgatar aspectos culturais da comunidade negra esquecida e ampliar o vínculo junto a Universidade por meio de um programa de desenvolvimento sustentável no Vale do Ribeira. Outra ação desenvolvida, mas pelo Colégio Metodista, é o ProSol (Projeto Solidariedade) em que os alunos, a partir do último ano do ensino fundamental, são estimulados a colaborar com trabalhos sociais.
“Toda ação social agrega valores para quem participa. E nos coloca de frente com a realidade permitindo a análise de diversos valores”, completa a assistente de Coordenação do Núcleo de Formação Cidadã, Lucilia.

MÃOS SOLIDÁRIAS

O Brasil é o quinto país no mundo em número de voluntários. Atualmente, participar de ações solidárias tem mobilizado, cada vez mais, parte da sociedade incomodada com as questões de desigualdade. O cubano, professor e técnico do time de handebol da Universidade Metodista de São Paulo, Daniel Suarez, faz parte desta estatística.
Suarez chegou ao País há mais de vinte anos com um propósito: criar um projeto social voltado para crianças e jovens carentes. Há três anos, o professor conseguiu realizar o sonho antigo e criou o Projeto Mão Solidária. Ele contou com o apoio de empresas e um colégio particular em Ferrazópolis, em São Bernardo do Campo. Hoje, 30 crianças e adolescentes da cidade praticam esportes duas vezes por semana. “Já estava na hora de devolver ao handebol tudo o que ele me proporcionou. O que eu sou e que tenho, devo tudo ao esporte”, reconhece o técnico.
Para divulgar o trabalho foi preciso força e dedicação. Diariamente, o professor colocava, em baixo das portas de escolas, bilhetes oferecendo aulas gratuitas aos alunos que gostariam de ser esportistas e que, no entanto, não tinham oportunidade. “Penso em crescer no esporte e quem sabe um dia ser jogador da seleção”, revela Diego Diniz, 17 anos, aluno do Projeto.
Para os alunos, além de ser referência no handebol, Suarez tem passado uma verdadeira lição de vida. “No começo eu levava tudo na brincadeira. Hoje sei que esporte é coisa séria e isso eu aprendi aqui. Para mim, ele é mais que um professor é quase um pai”, afirma a aluna Pâmela dos Santos, de 16 anos.

CASC-PB

sexta-feira

Atividades nos centros sociais urbanos serão reformuladas.

O governo estadual vai reformular os serviços e estabelecer um novo modelo para os 31 Centros Sociais Urbanos da Bahia (CSU), da capital e interior, e para o Centro Integrado de Apoio à Criança e ao Adolescente (CIAC). As ações sociais serão ampliadas nas unidades, com a inclusão de atividades referentes a programas como o Brasil sem Miséria, Pacto pela Vida, Bolsa Família, entre outros.
Os centros também reforçarão os projetos nas áreas de esporte, atenção ao idoso e qualificação profissional, além de oferecer turmas do programa Todos pela Alfabetização (Topa). O objetivo é criar uma identidade única para os equipamentos.
Os coordenadores estiveram reunidos, no CSU de Narandiba, em Salvador, para discutir, junto com gestores da Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes), o novo modelo a ser implantado, incluindo as diretrizes de trabalho que devem ser adotadas pelos centros. O encontro contou com a presença do secretário Carlos Brasileiro. “Essa reunião foi um momento de diálogo. É nesta oportunidade, e em muitas outras que virão, que nós ouvimos as demandas de quem está na ponta, para que possamos chegar próximo de uma gestão com criatividade e sem qualquer engessamento”, afirmou Brasileiro.
A meta é reordenar e qualificar os serviços oferecidos por esses equipamentos, inclusive com a participação da outras secretariais estaduais, como Educação (SEC) e Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). “Quem ganha com essa requalificação dos Centros Sociais Urbanos é a sociedade, que terá maior acesso aos programas e mais qualidade no serviço. Serviço este que promove a integração social, a inclusão produtiva e a elevação da escolaridade”, destacou a superintendente de Assistência Social da Sedes, Angela Gonçalves.


POSTADO POR GENILDO ALVES/CASC-PB.

segunda-feira

PRÉ CANDIDATO

WASHINGTON ALENCAR, é pré candidato a vereador em 2012, nele voce pode confiar, Presidente do CASC-PB, vem desenvolvendo um grande trabalho social, ajudando as familias carentes no estado da Paraiba, familias que se encontram em aréas de risco, em estado de calamidade publica, humildes, pessoas pobres, idoneas e etc. não recebe ajuda nenhuma de secretaria do estado, nem da prefeitura municipal, vem  FAZENDO doação de cestas basicas mensalmente, doando remedios, roupas, sapatos, sandalias, donativos e etc. atualmente o CASC-PB , conta com mais de 800 familias cadastradas no seu banco de dados, por isso ele precisa de sua ajuda em 2012 para poder fazer mais, por este povo que tem confiado em seu trabalho, e agradecido pela sua ajuda..

sábado

"Meu relógio biológico estava gritando", diz Grazi Massafera a revista

Após anunciar que está grávida de Cauã Reymond, Grazi Massafera conta em entrevista à revista “Contigo!” que chega às bancas nesta quarta (19) que há quatro anos já queria ser mãe. ''Meu relógio biológico estava gritando, desejo ser mãe desde os 25 anos. Sempre acreditei que deveria estar feliz e plena para receber um bebê e é assim que eu me sinto. Minha profissão está me propiciando isso e o meu relacionamento também'', garantiu a moça, de 29 anos.
A gravidez, contudo, não vai impedir seu trabalho em “Aquele Beijo”, trama em que interpreta a ex-modelo Lucena. Para resolver a maternidade de Grazi, Miguel Falabella, autor da nova novela das sete da Globo, já tem uma solução. A personagem, que começa a história se casando com o colombiano Juan (Manolo Cardona), reencontra o ex-namorado, Vicente (Ricardo Pereira), ao voltar para o Rio e engravida dele. ''Será uma honra ter esse bebê sendo gerado ao som das minhas palavras'', declarou Falabella.
Há uma semana, pouco antes da estreia do folhetim, a atriz ligou para Falabella para revelar a surpresa que estava esperando o primeiro filho de Cauã, seu companheiro há quatro anos. Nada era planejado, mas ela ficou realizada. ''Eu e Cauã estamos muito felizes com a notícia e só vamos esperar completar os três primeiros meses, que são muito importantes para a formação do bebê, para falarmos mais. Mas agradecemos o carinho de todos'', afirmou.

Defesa de Wanessa e Marcus Buaiz já entrou com queixa-crime contra Rafinha Bastos

Depois de entrar com um processo civil por danos morais contra Rafinha Bastos – cuja ação está avaliada em R$100 mil, os advogados de Wanessa e Marcus Buaiz entraram nesta terça (18) com uma queixa-crime por injúria contra o humorista. Representado pelo advogado Manuel Alceu Affonso Ferreira, dono do escritório homônimo e ex-secretário de justiça de São Paulo, o casal acionou Rafinha criminalmente na 14ª Vara Criminal – Foro Central Criminal Barra Funda
Entenda o caso
No programa "CQC" do dia 20 de setembro, o apresentador Marcelo Tas comentou: "Que bonitinha que está a Wanessa Camargo grávida". No mesmo instante, Rafinha Bastos rebateu: "Eu comeria ela e o bebê. Não tô nem aí".
Houve especulações de que os apresentadores se revezariam na bancada e até que a própria Wanessa apresentaria, o que não aconteceu. Em entrevista ao bate-papo UOL, a cantora não quis comentar o caso.
No último dia 3, Monica Iozzi substituiu Rafinha no programa dizendo que o humorista teve uma "cãibra da braba na língua". Já nos dias 10 e 17, ele foi substituído por Oscar Filho e Felipe Andreoli, respectivamente.
O afastamento dividiu opinões no Twitter e alguns fãs de Bastos chegaram a questionar a posição da Band em relação ao caso de Boris Casoy, que falou sobre os garis durante o jornal da emissora e criaram a tag #voltarafinha.

"Estou ótima", diz Vera Fischer em primeira entrevista após deixar clínica de reabilitação


Em entrevista ao programa "TV Fama", exibido pela RedeTV! na noite desta quinta-feira (20),Vera Fischer falou pela primeira vez sobre seu estado de saúde, após dois meses de internação para um tratamento de reabilitação contra a dependência química. Vera, quedeixou a clínica no dia 27 de setembro, disse que está se sentindo muito bem. "O que vocês acham?", retrucou à pergunta da reportagem sobre seu estado de saúde. "Estou ótima", garantiu, dando um ponto final à entrevista..
Durante o tratamento, Vera recebeu alta no dia 30 de agosto, mas preferiu permanecer na clínica, para ficar "longe de pessoas mal-intencionadas", conforme adiantou uma fonte, amiga de Vera. A atriz chegou ao NIP, Núcleo Integrado de Psiquiatria, no dia 26 de julho, acompanhada por sua filha Rafaela.
Vera, que foi entrevistada quando foi conferir a estreia de sua amiga Ivone Hoffmann na peça "As Polacas - Flores do Lodo", no Rio de Janeiro, confirmou a informação de que irá produzir e atuar no espetáculo “As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant”, de Werner Fassbinder, em abril de 2012.  "Mas quero falar sobre isso mais para a frente", disse à repórter Marcela Buzelin, sem querer adiantar mais detalhes.
A atriz não confirmou a possibilidade de atuar na próxima novela de Glória Perez. "Não sei, estou completamente em branco. Mas se acontecer, vai ser maravilhoso", respondeu.
 
Gretchen, que se casou há dois meses e foi morar nos Estados Unidos, confirmou, em entrevista ao programa "TV Fama", que se tornou garçonete. A cantora conta, no programa que vai ao ar às 20h desta quinta-feira (29), que sua união com o chef de cozinha Fernandez terminou e que, por conta disso, passou a trabalhar como garçonete: "Estávamos trabalhando demais. Não deu certo", diz.
Após abandonar a carreira de cantora no Brasil, ela passou a trabalhar no "Netto´s Cafe", lanchonete situada em Orlando. Sobre a nova profissão, a cantora diz não ter vergonha e afirma: "Se tivesse que me prostituir para dar comida aos meus filhos, eu faria".

Em entrevista ao "TV Fama", Gretchen confirma que se tornou garçonete nos EUA